Situação piora e Banco Central projeta uma inflação de 5,68%, para este ano. Para chegar a esse número, o órgão ouviu a opinião das principais instituições financeiras do país.
Para o trabalhador entender melhor, um índice de 5,68 indica que, na média, quem gastava 700 reais com a compra do mês passará a gastar 739. Assim como aconteceu em 2024, o país deve estourar a meta de inflação, que é de, no máximo, 4,5%.
O que significa que o Banco Central terá que promover novas altas nos juros. Isso dificulta que pessoas e empresas peguem dinheiro emprestado para uma compra ou para ampliar o negócio, por exemplo, o que reduz o consumo e, pelo menos na teoria, ajuda a baixar os preços.
A projeção de momento, feita pelas instituições financeiras, é que a taxa básica de juros do país, a Selic, hoje em 13,25%, feche o ano em 15%. Aliás, o Banco Central volta a se reunir na semana que vem para debater um possível novo aumento da taxa.
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